Quando era pequena, achava que seria professora, talvez por uma influência da minha mãe. Depois passei a querer ser psicóloga e por um bom tempo tive certeza que era isso que queria pra minha vida. Mas o tempo foi passando e o vestibular me fez pensar em mais opções para o meu futuro.
Não sei ao certo porque escolhi o jornalismo! Tinha muito mais vontade de fazer publicidade, mas minhas notas em redação, português e literatura fizeram com que muitos me incentivassem a ir por este caminho. Até que decidi por esta profissão, muito mais pelos benefícios sociais que eu teria do que os financeiros (com certeza!!!).
Até cheguei a pensar no Direito, já que 99,99% da minha família é ligada a esta área, mas sempre tive um pé atrás com isso. Então pensei que eu poderia fazer muito mais pelas pessoas com o jornalismo do que com a advocacia. E hoje em dia fico feliz em perceber que, mesmo em meio a muitas dúvidas e vontade de fazer outra coisa às vezes, que estou no lugar certo.
Fico feliz porque dou voz àqueles que não podem ser escutados pelo poder público; Porque conheço pessoas maravilhosas que ainda me fazem acreditar no ser humano; Porque conheço pessoas amargas e mal amadas e percebo o quanto Deus faz falta na vida delas; Porque posso ser um instrumento de Deus na divulgação das obras d'Ele, fazendo parte delas ou não.
Enfim...é no jornalismo que posso fazer de tudo um pouco do que sempre sonhei: defender as pessoas, divulgar os problemas e as injustiças e levar as coisas de Deus ao conhecimento público. E é nisso que me apego quando penso em abandonar tudo por causa do cansaço, do salário baixo e da carga horário, na grande maioria das vezes, absurda. Mas vejo que é o lugar onde Deus quer que eu esteja agora, neste momento, e aceito a condição.
Sem contar que é escrevendo que consigo expressar da melhor forma o que penso e o que sinto. E este blog é uma forma de “extravazar” um pouquinho o que se passa nessa cabecinha. Mesmo que ninguém leia, já me sinto melhor em saber que botei pra fora o que era necessário. Esta é a minha necessidade de escrever...
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